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    Marina Duarte

    Rio de Janeiro (RJ)
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    Comentários

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    Marina Duarte
    Comentário · há 10 anos
    Obrigada pela resposta e atenção!
    Fico muito feliz em saber que ao menos tentam resolver extrajudicialmente os casos e na maioria das vezes conseguem. Isso é um grande passo e com certeza um grande mérito de vocês. Desta forma, meus sinceros parabéns.
    Eu sei que há muitos casos de pais que não querem arcar com os custos e de mães que arcam com a maior parte (quando não com a totalidade) do custo da criança. Inclusive escrevi sobre isso. No entanto, para lidar com casos assim, o judiciario está condicionado. Não pronto, mas condicionado.
    Para o caso que citei, que sei que tem aumentado e particularmente é o que eu vivencio, não vejo realmente grandes olhares diferenciados.
    Vou contar o caso que vivo para que entenda: desde que saiu de casa o pai depositou um valor X na conta da mãe. Perguntou a ela se estava OK o valor, quando precisava de remedio ou algo mais ele comprava, plano de saúde bancado por ele, se a criança precisava de roupas ou sapato a mae falava e ele comprava. Mas a mae não queria a separação. Ele queria regulamentar o divórcio e pensao e convivencia, pois ela sempre ameaçava o pai relacionando a convivencia do filho (nao tem nada decidido na justiça, essa semana nao vai ver seu filho, etc etc). Ele tentou o consenso de todas as formas, mas nao conseguiu. FInalmente O pai entrou com oferta de alimentos (a mae em momento nenhum se coçou para pedir nada...). E ai, ela começou com as lendas urbanas: sabia que a mae tem direito de acompanhar o filho a qq lugar ate os 3 anos de idade? Sabia que eu vou conseguir 30% do seu salário? Quero PL, quero ferias, quero hora extra, quero tudo.
    Seguindo..no dia da audiencia de alimentos, o pai questionou o tempo que ela estava trabalhando e o juiz nada fez relacionado a isso. Ela trabalha meio periodo, nao busca mais trabalho e a criança fica integral na escola... a pensao da criança é maior que o salário da mae. Nao houve consenso algum, mas nao se questionou ao menos a contribuição da mae na participação do filho, nem mesmo que fosse estar com a criança em um dos periodos do dia e diminuir o custo da escola, mesmo com o pai falando sobre isso...
    Com relação a guarda e convivencia entao, esse assunto é ainda pior, mas é um topico que nao vou comentar.
    Resumindo hoje, a criança recebe uma pensão que precisa pagar IR e a mãe nem IR paga. O pai arca com praticamente 90% dos custos da criança e a mae é alienadora. Mas a questão da alienação quase não é vista.
    Entao, é possível que meu texto possua não preconceitos, mas conceitos vivenciados por mim sim, pois a realidade que tenho é essa...um judiciário que ignorou uma mae que usa a criança como forma de vinganca e acredita que o pai deve bancar integralmente a criança. O juiz praticamente aplaudiu essa conduta.
    Mas eu consigo ler outras historias e perceber que existem outros casos, claro!
    Não sei se me fiz entender, mas já escrevi demais.
    Mais uma vez agradeço por sua atenção e cordialidade e parabenizo pelo trabalho.
    Att,
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    Dagner Fonseca
    Comentário · há 10 anos
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